Music Painting by JUL & MAT from JUL & MAT on Vimeo.
31 de julho de 2009
Novo VT da Pepe
Para não dizerem que nunca passei por essas veredas, taí um clipe da música "On the Motorway" do Metronomy que achei simples e bem interessante. É um vídeo não oficial. Tudo feito por fãs. Mas bem que podia ser o novo VT da Pepe, diz aí. Mais uma prova de que com pouca grana, mas muita criatividade é possível fazer coisas bacanas.
30 de julho de 2009
29 de julho de 2009
Laerte

O Laerte é um cara especial. Ler suas tirinhas é poder aproveitar uma perspectiva diferente de vida, mas que, curiosamente, é muito familiar. Eu acho muito curioso como isso acontece, pelo menos comigo.
É de uma familiaridade estranha, mas de uma novidade reveladora. Enquanto leio, não consigo deixar de pensar que já havia me questinado sobre alguns de seus temas. Mas nunca tinha pensado sob aquela perspectiva.

Ter contato com quem pensa na vida costuma ser bem divertido. Principalmente, quando o que a pessoa pensa é diferente do que você pensa.
Mais dele aqui.
Mudanças e bigodes
Oi, meu nome é Rodrigo Borges e eu tenho um bigode.
Essas informações são bem banais para quem não me conhece e, provavelmente, 4/5 das pessoas que leriam esse post já foram embora. Mas vou compensar para os 1/5 que ficaram.
O bigode é um assunto controverso. Primeiro, esteticamente. Teve seu passado glorioso. Obscureceu-se em personagens caricatos de filmes, seriados americanos e produções pornográficas. Mas parece que agora está voltando à moda.
Segundo, concentualmente. Meu irmão odeia bigodes. Ele acredita que é algo que deixa o homem mais ridículo. De alguma forma, concordo, é preciso ter um pouco de senso de humor para ter um bigode. Digo isso com certa propriedade.
Você pode estar se questionando sobre o porquê deste maluco (eu) falar do próprio bigode. Faz sentido. É simples: eu gosto de mudar. Fazia anos que eu estava de barba. E antes desses anos, fazia anos que eu raspava a barba semanalmente.
Quando eu mudei da primeira vez, um monte de gente reagiu. Antes de ficar chateado, comecei a pensar nas razões de cada um. E, por mais que as abordagens fossem diferentes, os argumentos se pareciam: "antes era melhor". Isso foi muito representativo pra mim e me mostrou claramente o receio que as pessoas têm da mudança. Conforto - como eu já tinha falado no post anterior - parece ser o mote da humanidade, quando, na verdade, a mudança que é.
Entretanto, nós costumamos enxergar a mudança com olhos confortáveis. Não é a toa que todo mundo se acostumou com minha barba uns 2 meses depois de eu ter mudado. Por isso, eu sugiro que, se você achar que precisa, mude. As pessoas vão se acostumar naturalmente às suas mudanças. Porque é isso que a gente faz pra viver: a gente se acostuma.
Em relação ao meu bigode, bem, vamos ver quanto tempo ele dura. Tenho diversos incentivos (e questionamentos) pela frente. Mas, pelo menos, mudar tem sido uma sensação ótima.
28 de julho de 2009
Conforto, travesseiros e loucura

Começo esse post com o travesseiro mais genial de todos os tempos. Mas a loucura de que prometi falar no título não se refere a ele.
Refere-se sim a um hábito que vem se tornando costume lá longe, no Japão. Tem gente se apaixonando por almofadas por lá. Pois é, muito estranho, mas é só ler a matéria. A moda lá é andar com grandes travesseiros pra lá e pra cá. E não precisa ser um legal (ou "japoneses") como esses aqui:

A história do japonês parece refletir a forma como o povo do país tem (ou não tem) se relacionado. Homens de um lado, mulheres de outro. Parecem crianças pra mim, na pior acepção do termo. A busca por conforto é um ponto a ser destacado também. Mas acho que viver tem muito dessa busca, portanto, não poderia ser diferente.
E essa procura por conforto acaba tornando a vida das pessoas bastante frágil. Ninguém quer sofrer em busca de algo melhor. Tá tudo bem com o que se tem. Um pensamento que acredito se refletir muito na repressão e na falta de liberdade, que a cultura japonesa (mas não só ela) costuma cultivar.
É um assunto muito delicado, mas que vale a pena ser debatido. Educação se confunde muitas vezes com repressão. E todo mundo sai perdendo. A maneira como orientamos as vidas dos outros, tornando-as muitas vezes desconfortáveis, acaba nos distanciando.
Um travesseiro não ri de você, não espera nada em troca. E pode até não te abraçar, mas não recusa um abraço. É possível competir com um pedaço inanimado recheado de fofura?
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27 de julho de 2009
idea fixa Greatest Hits
11 Edições em um livro: Idea fixa greatest hits. E eu estou nele com estes dois desenhos ai.Lançamento em Brasília previsto para o mês de agosto.
Outras edições que participo em:
http://www.ideafixa.com/
Plá! flickr
25 de julho de 2009
24 de julho de 2009
Literalmente
O conceito que "literalmente" alia a uma situação ou frase já foi tão banalizado que acabou virando metáfora sobre a metáfora.
Quem nunca ouviu algo parecido como: "a casa virou de cabeça pra baixo, literalmente", sem nenhum furacão de verdade ter passado perto dela e a residência constinuar ali de pé?
Literalmente costumava retirar o caráter metafórico de uma expressão. Sendo assim, no caso anterior, a casa estaria de verdade, realmente, de cabeça pra baixo.
Jornalistas são especialista nisso. Principalmente, quando estão "insitucionalmente descontraídos". Se você já assistiu ao Jornal Hoje, sabe o que quero dizer.
Mas tem um pessoal que resolveu levar o "literalmente" para clipes antigos de uma forma muito engraçada. Eles brincam com uma estética visual e conceitual que se iniciou nos anos 80, pegam clipes malucos ou muito representativos e mudam as letras das canções, narrando o que aparece na tela.
Esse costume não é muito novo, mas já que tem muita gente que pode não ter visto, vale a pena colocar aqui. Essa é Total Eclipse of the Heart, um clássico.
Quem nunca ouviu algo parecido como: "a casa virou de cabeça pra baixo, literalmente", sem nenhum furacão de verdade ter passado perto dela e a residência constinuar ali de pé?
Literalmente costumava retirar o caráter metafórico de uma expressão. Sendo assim, no caso anterior, a casa estaria de verdade, realmente, de cabeça pra baixo.
Jornalistas são especialista nisso. Principalmente, quando estão "insitucionalmente descontraídos". Se você já assistiu ao Jornal Hoje, sabe o que quero dizer.
Mas tem um pessoal que resolveu levar o "literalmente" para clipes antigos de uma forma muito engraçada. Eles brincam com uma estética visual e conceitual que se iniciou nos anos 80, pegam clipes malucos ou muito representativos e mudam as letras das canções, narrando o que aparece na tela.
Esse costume não é muito novo, mas já que tem muita gente que pode não ter visto, vale a pena colocar aqui. Essa é Total Eclipse of the Heart, um clássico.
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22 de julho de 2009
Trabalho nas férias
Pra quem tem vontade de estudar em uma das maiores e melhores escolas de marketing do Brasil, vale a dica de aproveitar os Cursos de Férias da ESPM de São Paulo. Além de ouvir grandes profissionais pode-se expandir o network e nas horas vagas curtir os agitos da cidade. São muitas opções, de níveis mais básicos até níveis mais avançados. Os cursos geralmente têm duração curta que varia de dois dias a uma semana ou um pouco mais. Acontecem sempre nos períodos das férias de inverno e também de verão. Posso falar por experiência própria que vale a pena. Fiz um curso de Atendimento Publicitário com o experiente professor Roberto Corrêa, vale também dar uma olhada em seus livros, como "O Atendimento na Agência de Comunicação" e "Planejamento de Propaganda" entre outros. A estrutura da escola é fantástica, as salas, o material disponibilizado e inclusive os lanches nos intervalos são uma delícia. Quem tiver férias vencidas e disposição, eu recomendo se programar para as férias de verão, pois essa temporada de cursos já esta chegando ao fim.
Acesse o site para mais informações: www.espm.br
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21 de julho de 2009
Blu e Coldplay.
Apesar do final rolar 1 minuto mais q a música e de não ter áudio (?) , a Banda Coldplay também aposta na sequência de Stop Motion em plano aberto. Achei mais interessante que os copiados Her Morning Elegance do Oren Lavie e muito parecido com o stop motion de Graffit do BLU - que é mais bizarro.
COLDPLAY - Strawberry Swing
BLU - Graffiti Stop Motion
COLDPLAY - Strawberry Swing
BLU - Graffiti Stop Motion
20 de julho de 2009
Idéias
Uma grande idéia é difícil de encontrar. Senão, obviamente, não seria uma grande idéia. Faz parte da coisa toda uma certa dose de sofrimento, privações, sonhos ou sorte.
Digo isso porque acredito que o processo criativo realmente tem muito de inesperado. Um artista pode se deparar com um objeto de inspiração e criar sua obra-prima a partir dele. Por outro lado, poderia nunca encontrar tal objeto, o que acrescenta certa dose de sorte ao processo.
Genialidade, nesse sentido, não é uma questão pura e simples de capacidade de desenvolvimento pessoal. Acho que perceber isso torna a todos, gênios e todo o resto do mundo, muito mais humanos do que a gente pode parecer. E muito mais iguais.
Esse clipe me fez pensar nisso que acabei de escrever.
Digo isso porque acredito que o processo criativo realmente tem muito de inesperado. Um artista pode se deparar com um objeto de inspiração e criar sua obra-prima a partir dele. Por outro lado, poderia nunca encontrar tal objeto, o que acrescenta certa dose de sorte ao processo.
Genialidade, nesse sentido, não é uma questão pura e simples de capacidade de desenvolvimento pessoal. Acho que perceber isso torna a todos, gênios e todo o resto do mundo, muito mais humanos do que a gente pode parecer. E muito mais iguais.
Esse clipe me fez pensar nisso que acabei de escrever.
16 de julho de 2009
Stop Motion
Stop Motion é uma incrível técnica de animação em que os objetos são fotografados quadro a quadro em diferentes posições. Quando o filme é projetado a 24 quadros por segundo, dá a sensação que os objetos estão em movimento.
A técnica começou com o mágico ilusionista francês, George Mélies, que a utilizou para criar efeitos especiais em seus filmes, como em a "Viagem à Lua", 1902.
Até hoje, vários cineastas usam o Stop Motion, principalmente, em animações, como: "O Estranho Mundo de Jack" e "A Noiva Cadáver", de Tim Burton.
O vídeo abaixo mostra um belo exemplo do uso dessa técnica que torna possível executar inúmeras idéias criativas.
Propaganda Verde
O Black Pixel Project, lançado pelo Greenpeace, é uma tentativa de conscientizar as pessoas a economizarem energia apenas instalando um quadradro negro no monitor.
O vídeo abaixo explica como funciona isso.
15 de julho de 2009
E se a gente se juntasse...
... pra fazer algo que ninguém espera que a gente faça?

Quem pensa assim costuma ganhar bastante com suas atitudes. Afinal, se a coisa der errado, não dá pra culpar ninguém. Mas, se der certo, as pessoas vão olhar os envolvidos com outros.
Um grupo de estudantes do Amsterdam Fashion Institute decidiu criar uma revista. O negócio deu certo e a publicação (Mint) já é vendida em diversos países. Tem a versão online também, mas que não vem completa. Fiquei com vontade em dar uma olhada na revista toda, parece ser muito legal mesmo.
Via B-Coolt.

Quem pensa assim costuma ganhar bastante com suas atitudes. Afinal, se a coisa der errado, não dá pra culpar ninguém. Mas, se der certo, as pessoas vão olhar os envolvidos com outros.
Um grupo de estudantes do Amsterdam Fashion Institute decidiu criar uma revista. O negócio deu certo e a publicação (Mint) já é vendida em diversos países. Tem a versão online também, mas que não vem completa. Fiquei com vontade em dar uma olhada na revista toda, parece ser muito legal mesmo.
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Tempo, tempo, tempo, tempo...

Tem uma música do Caetano Veloso chamada "Oração ao Tempo". É bem bonita e até para quem não gosta do cantor baiano fica difícil admitir que não é. O título deste post sai do refrão dela.
Como pode-se perceber, vamos falar de tempo - pra mim, o bem mais valioso de qualquer ser humano. Muito mais que dinheiro, status, sucesso, um bom emprego ou uma namorada gostosa. Afinal de contas, de nada vale ter tudo isso se não se tem o tempo pra aproveitar.
Conheci hoje um projeto chamado 24Hour Magazine, em que os envolvidos (entre eles designers, fotógrafos e redatores) se dispuseram a trabalhar durante 24 horas no desenvolvimento de uma revista, do início ao fim, desde o design até o conteúdo.
Acho que para uma instalação artítisca o projeto tem o seu valor. Não consegui encontrar uma intenção por trás dele, devo admitir. Dei uma olhada no site e acho que tudo foi feito apenas por diversão. Só que não consigo parar de pensar que tem gente que vive esse ritmo do projeto acima diariamente. Seja por desorganização, paixão exagerada pelo trabalho, loucura ou seja lá o que for, nós nos acostumamos demais a sofrer elo trabalho. Não acho que isso seja necessário. Profissionalismo e produtividade não se mede apenas por horas trabalhadas.
Procuro sempre referências legais para mostrar que podemos lidar melhor com o tempo. Hoje achei uma proposta de um designer chamado Myznik Egor. Ele tem um projeto chamado Soft Clock (foto do início do post), que se posiciona como um defensor da admiração do tempo a cada minuto. Pela foto talvez não dê pra entender de cara, mas aquele quadrado é um relógio cujo detalhe branco é um ponteiro abaixo de um tecido. No link, há uma explicação ilustrada.
Não gosto da expessão "tempo é dinheiro". Na verdade, ele vale muito mais que isso.
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Peixes vivos em mobiliário urbano
Em Franfurt, na Alemanha, a agência Publicis colocou peixes vivos nas mídias de pontos de ônibus para anunciar o restaurante de frutos do mar, Fisch Franke.
O resultado ficou muito interessante e vocês podem conferir melhor no vídeo abaixo.14 de julho de 2009
Impressões sobre o novo logo do Pão de Açúcar

Se design é um tema controverso em que todo mundo pode dar sua opinião, design de marca vai ainda mais longe. O Pão de Açúcar mudou seu logo e o pessoal já se manifesta sobre "gostei" ou "não gostei".
Na verdade, para analisar uma marca (e, mais importante, fazer uma), deve-se levar em conta uma série de fatores. Muitos dos quais não são considerados quando nos pedem uma opinião simples sobre determinada marca. Aí, a gente acaba ficando com uma impressão inicial, fruto de simples preconceito e impressão despreocupada.
No blog Comunicadores, tem várias opiniões. As análises me lembram um programa de TV muito engraçado que é transmitido no Brasil pelo canal People + Arts. É o Project Runway (site oficial), em que diversos estilistas competem pelo prêmio final, passando por diversas provas que testam suas habilidades e controle emocional. É curioso perceber a forma como eles falam dos trabalhos dos outros estilistas, como se tudo que é feito fosse ruim e apenas seus próprios produtos fossem realmente bons.
Acho que essas análises têm sempre muito de afetação e uma certa dose de arrogância. Algo do tipo (como consta em um dos comentários):
Ficou bonito, somente!Dos muitos comentários negativos, o pessoal atacou muito o tipo utilizado no nome da marca. A FutureBrand, responsável pelo trabalho, ainda vai ouvir muito por aí.
Estará defasada visualmente daqui uns 3 anos
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Liniers Macanudo
Liniers é um argentino formado em publicidade, mas ele não faz anúncios. Escreve e desenha quadrinhos.
É um cara muito criativo e possui tirinhas memoráveis. Às vezes lembra o Quino, não pelos temas necessariamente, mas pela genialidade.
Vale a pena seguir seu blog. Uma tirinha por dia, inspiração de sobra.
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Boone Oakley
Muito se fala sobre a criatividade das agências de publicidade. Na verdade, muitas vezes, fala-se só nisso. Mas, no fim das contas, acaba sendo tudo igual, apenas um pouquinho diferente.
Mas eu achei uma agência que, no mínimo, parece ser divertida. É a Boone Oakley. O site deles é um canal no Youtube. Mas não é apenas isso que chama atenção. O clima interno da agência parece ser bem legal. Pelo menos o vídeo de introdução deixa essa impressão. E o trabalho deles me pareceu bem original. Abaixo, tem um vídeo da campanha do One Show 2009. Claramente uma referência às animações do Monty Python's Flying Circus. (Obs.: o vídeo da campanha está cortado. Pra ver ele completo, clique na janela do youtube ou aqui.)
Mas eu achei uma agência que, no mínimo, parece ser divertida. É a Boone Oakley. O site deles é um canal no Youtube. Mas não é apenas isso que chama atenção. O clima interno da agência parece ser bem legal. Pelo menos o vídeo de introdução deixa essa impressão. E o trabalho deles me pareceu bem original. Abaixo, tem um vídeo da campanha do One Show 2009. Claramente uma referência às animações do Monty Python's Flying Circus. (Obs.: o vídeo da campanha está cortado. Pra ver ele completo, clique na janela do youtube ou aqui.)
13 de julho de 2009
Dia do Rock.
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