27 de novembro de 2009

Douglas Bicicleta







Sim, esse é o nome da figura: Douglas Bicicleta. Mas o cara é um ilustrador bastante habilidoso.

25 de novembro de 2009

Atendimento x Criação

É um problema aparentemente eterno no mercado publicitário. Mas tem um cara que está tentando resolver esse dilema universal e milenar: George Fuller é o nome da figura. Ele oferece um serviço para eliminar as picuinhas entre atendimento e criação.

Dividindo os hemisférios direito e esquerdo do cérebro, ele afirma entender a razão de tantas brigas: diferentes maneiras de pensar, uma mais racional e outra mais emotiva. Acho que faz sentido.

Ele se tornou consultor para assuntos de relacionamento em empresas, especificamente, de publicidade. Se funciona, não sei, mas parece ser uma boa tentativa. Olha o videozinho que ele fez (ele é o cara do violão) abaixo. Não achei a música muito legal não...



Aqui vai o site Cranial Garage, do dito cujo.

Uma boa sugestão

Tendências da Classe C

Estava lendo o Update or Die e achei um post (da Regiane Bochichi) bem interessante que fala sobre 10 tendências da Classe C. Abaixo, seguem elas enumeradas.
  1. Consumo de inclusão: todos querem comprar, mas o alvo é a qualidade e não o status. Aqui vale a abundância e não a exclusividade como na classe A.
  2. Acesso e qualidade: valoriza o dinheiro. Uma compra é um investimento. Portanto, a margem de erro deve ser pequena. Não dá para testar um produto e depois não gostar e ter que usar até acabar.
  3. Capilaridade, aval e segmentação: o ponto de venda deve ser próximo pois fazem compras a pé e se não tiverem dinheiro sempre pode apelar para o mercadinho que vende fiado.
  4. Redes, dicas e boca a boca: são mais colaborativos e dividem a informação com a família e os vizinhos. Todos dão dicas de descontos, bons produtos, atendimento. E o melhor, uma vez conquistados, se mantêm fiéis.
  5. Tecnologia, família e investimento: o computador ocupa o lugar na sala que antes era só da TV. Representa uma forma maior de conhecimento, entretenimento e lazer.
  6. Educação e cultura: caminho para a ascensão social. Estudar funciona como um plano de previdência familiar pois melhora a qualidade de vida de todos.
  7. Juventude geração C: esse é o nosso futuro. Seremos um Brasil com a cara dos jovens da atual classe C. Esse jovem tem voz ativa dentro da família. 68% deles estudou mais que os pais e são super pé-no-chão. Não acreditam em horóscopo, alma gêmea, ET de Varginha. Não têm tempo para pensar nessas “bobagens”.
  8. Identidade e autoestima: valoriza a conquista e enaltece a origem. Aqui vale a pena prestar atenção na regionalidade, na comunidade e na igreja.
  9. Vaidade e beleza: estar bem arrumada é uma forma de diminuir as barreiras étnicas e sociais. As mulheres gastam em média 50 reais por mês no salão. 89% afirmam que os cuidados pessoais a fazem se sentir melhores.
  10. Novos papéis e nova família: a relação homem e mulher ganha maiores contornos nesta faixa de renda. 30% das familias da classe C são chefiadas por mulheres. A tão desejada igualdade de direitos chega primeiro aqui.
Link para o post.

17 de novembro de 2009

Bizarro



Dan Piraro é um cartunista que eu acompanho há algum tempo. Ele tem um site e um blog, onde posta seus cartuns sempre junto a um texto versando sobre o mesmo assunto.



Tem um ótimo estilo de humor e um traço muito bonito e bem feito. Ele também faz uns concursos de jogos dos 15 erros. Quem quiser tentar, é só acompanhar o blog.

16 de novembro de 2009

Hundertwasser



No fim de semana, dei uma passada na Livraria da Travessa. Lá, eu encontrei um livro de um artista austríaco cujo trabalho que conheci uns anos atrás. O nome da figura é Friedensreich Hundertwasser.


Ele é um pintor/arquiteto/faz tudo austríaco, que nasceu em 1928 e morreu no ano 2000. Tem um estilo bem maluco e divertido, parece que tudo que ele faz tem a ver com sonho.

Vale a pena dar uma pesquisada mais profunda na obra dele. Ela se aproxima bastante da natureza, incorporando-a, inclusive, aos seus projetos arquitetônicos. A Taschen tem ótimos livros editados do artista.

5 de novembro de 2009

Publicidade na teoria

Hoje, eu li uma matéria passada no e-mail interno aqui da agência. Foi essa aqui.

Gosto de refletir sobre a minha realidade. E acredito não ser o único. É muito saudável questionar os rumos que a publicidade está tomando - ou pelo menos está sendo forçada a tomar.

Muitos dos projetos mencionados na matéria visam engajar uma grande quantidade de pessoas em torno de ações que, se não são centradas na marca, são iniciadas a partir dela. Independente de estarem certas ou erradas, estão mudando. Não é à toa que gosto de ver coisas assim. Sou um partidário das mudanças.

Por outro lado, tenho convivido muito com saudosistas. Saudosista pra mim é uma pessoa que se apega muito ao passado, para não deixar dúvidas sobre conceitos. E uma pessoa assim acaba negando o presente e o futuro com celébres frases: "no meu tempo era melhor", "não é mais como era antigamente" etc.

Ao observar tais diferentes pontos de vista, percebo a importância cada vez maior do debate, mas não um qualquer, um debate orientado.

Ainda acho que a distância da publicidade em relação à Academia compromete e muito nossa reflexão do mercado publicitário e das práticas que o envolvem. Isso tudo deveria ser debatido também na faculdade, sem o peso da cobrança por resultados e ganhos financeiros que normalmente uma empresa demanda.

Um pouco mais de teoria faria muito bem à publicidade.

Inovação no El Ojo da Cámara/TBWA Uruguay

Muito boa referência de inovação e trabalho.

O pessoal da Cámara/TBWA Uruguay criou uma revista do início ao fim com canetas BIC. Vejam no vídeo abaixo.



Eles conquistaram o prêmio de inovação no festival El Ojo. O esforço de comunicação apresenta bastante trabalho, mas com uma ideia bem simples. Quando a gente vê algo assim, fica sempre a motivação para tentar fazer algo diferente.

Liderança

Mais uma ótima palestra do TED. Agora, sobre liderança.

Itay Talgam é um maestro que fala sobre estilos diferentes de liderança, um para cada maestro diferente. Ele tem seu ponto de vista e acredita que uma condução com mais liberdade pode influenciar numa produção mais criativa. Vale a pena dar uma olhada e investir 20 minutos.

29 de outubro de 2009

Laptop do futuro

Vídeo de uma simulação bem legal sobre um modelo de laptop futurístico.

Ryotiras

Gostei das tirinhas desse cara. Fui dar uma pesquisada na vida dele e descobri que há um longo texto autoexplicativo. Não li todo, mas o cara tem 22 anos.







Aqui o site dele.

Mosca também é mídia

Não, não estou xingando nenhum mídia.

A agência alemã Jung von Matt/Neckar criou uma ação de publicidade em que moscas varejeiras são usadas como meio para enviar a mensagem. A marca divulgada é de uma editora chamada Eichborn.



No mínimo, curioso.

Via Comunicadores

28 de outubro de 2009

Arte Curiosa


Através de sobreposições de imagens, o fotógrafo turco Mehmet Ozgur cria obras de arte utilizando fumaça de cigarro. Bem, eu não fumo e nem gosto de cigarro, mas não tem como negar que ficou uma beleza.

Lucky Fonz III

Faz um tempo que conheci a música do Lucky Fonz III. O cara é bem maluco e tem umas letras bacanas.

Nesse clipe abaixo, ele descreve a vida de uma gota d'água.



Ele é de Amsterdam e seu myspace é esse aqui.

20 de outubro de 2009

Clipe legalzin

=)

Banda: Efterklang
Música: Mirador



Ótima referência visual (e musical).

Perdeu a bagagem?

Se você costuma passar o dia na internet, deve encontrar com uma relativa periodicidade informações e sites estranhos. Normalmente, isso acontece comigo todo dia. Hoje não foi diferente.

Aqui está um site que um maluco decidiu abrir para registrar malas perdidas e as roupas contidas dentro delas. Is This Your Luggage? é o nome do dito cujo.


(Acima, uma das malas perdidas).
Eu acho bem engraçado como as pequenas bizarrices do mundo são reveladas na internet.

14 de outubro de 2009

Arte?

A discussão sobre o que é arte não vai acabar nunca, eu sei. Na verdade, na minha cabeça já acabou há bastante tempo, mas é porque eu mesmo decidi dar um basta e criei meu conceito (pelo menos para a arte contemporânea):

Arte é aquilo que se chama de arte. Porque arte é valor. Não financeiro necessariamente, mas, na medida em que se chama algo de arte, acrescenta-se valor àquilo. Independentemente do que seja, independentemente do valor real. Por isso, um urinol num museu vale tanto. Porque alguém decidiu chamar de arte e a rapaziada (críticos) concordou.

De qualquer forma, vem aí um filme pra botar fogo nessa discussão:



Chama-se Untitled. Vou ver esse filme.

Via Updateordie

28 de setembro de 2009

Nerd Cast com Marcello Serpa

Esse caras do Nerd Cast são exagerados pra caramba, mas essa entrevista com o Marcello Serpa é bacana.

Sugestão: vão direto aos 15 minutos, quando começa a entrevista.
;)

Enjoy.

17 de setembro de 2009

Curiosidades chamam a atenção

Isso não é nenhuma novidade para um curioso. Afinal de contas, quem é curioso está sempre atrás de novidades, à procura de algo novo. Um estúdio de design de Londres, chamado Young, decidiu brincar com isso.



Por meio de ilustrações simples, eles destacam uma curiosidade por dia. É um projeto chamado Learn Something Everyday. Bem legal. Vale a pena dar uma passada no site do estúdio também. Tem muita coisa boa por lá.

11 de setembro de 2009

I'll take ideas for a thousand

O texto abaixo foi escrito por Alex Bogusky, da Crispin+Porter Bogusky. Muito boa a discussão sobre o valor financeiro de idéias.

My grandfather used to say to me, “Ideas are a dime a dozen.” I don’t think either one of us realized that he was preparing me for the coming idea economy. And that the literal value of an idea might actually be that ten cents buys you twelve ideas.

In 1995, when I first heard about the coming idea economy, I was excited by a vision where the best idea always wins and my value as an “idea person” would go through the roof. The first time I ran into this was with a book by Rob Brazell titled, “The Idea Economy.” I don t think I read the book, but the title itself got me plenty excited. And why not? I had ideas. I had tons of them. I had so many ideas I would readily give them away. A person like me would do well in the idea economy, I figured.

I have always been and always will be a student of creativity and ideas. My belief holds that everybody is creative. The fact that in our industry we have a department called "creative" has always bugged me a bit, and I’m sure it bugs other people. But it still isn’t uncommon to hear from people, “I’m not creative.”

Bullshit.

We’re all creative. Maybe some of us are out of practice or maybe we’ve been beaten down by a misguided education system. NASA did a long-term study decades ago where they tested a group of Kindergarteners on creative problem solving. 95% scored in the highest quadrant. Then they came back and did the same test every year with the same kids all the way through high school. By the time these kids graduated only roughly 5 percent still scored as highly-creative problem solvers. So the ability to be creative is naturally in us all somewhere, and it can be unlocked again.

But the future is never what you expect it to be. As I imagined and hoped for this utopian society where everybody rediscovered their creativity, I never predicted the role that technology might play and certainly not its latest role in the crowdsourcing of ideas. Suddenly, it’s obvious that everybody does have ideas. Sure, there are some that are less g ood than others -- but there are many that are really good. Really, really good.

Cruise through mystarbucksidea.com and you’ll quickly realize the quality of ideas out there. I fully expected the crowd to suggest FREE COFFEE FRIDAYS! and then for everybody to vote for it as their favorite idea. Instead the crowd had really sophisticated ideas, and when they did suggest FREE COFFEE FRIDAYS! the idea was deemed silly with comments like, “We’ll never make money at that.” What did they mean “we”? These people don’t even work there. But you can’t tell that by the quality of the ideas and the vetting of those ideas.

When I look at this phenomenon and the qual ity of ideas that we’ve gotten from the crowd it’s a bit shocking, and, in some ways, scary. But any time something scares me it compels me to lean further into it. And as I come to grips with this idea that ideas are a dime a dozen and even good ideas aren’t much more valuable, it has me looking back at our own history with ideas at CP+B. As a person who has skulked through the halls of a lot of agencies, I’ve had the opportunity to see a great deal of dead work leaning against the walls. And even in the agencies that might be considered by many to be creatively challenged there was always brilliant work being boarded up. It just wasn’t being produced, and, in many cases, it wasn’t even being presented. I know because I always ask.

So if CP+B has been good at anything it hasn’t been coming up with better ideas. I think our ideas are very similar to what gets conceived pretty much everywhere. But when we’re good, and we’re not always good, it’s because we’re good at singling out the best ideas and getting them=2 0made.

That’s the piece that remains rare and valuable. Can you make your ideas come true? Can you manifest the best of your thinking?

Like most people, I have ideas all the time. Some might be things like a blanket with sleeves. For several years I’ve been thinking about a social network technology that would allow drivers to opt in and post where they were going with their vehicle while people who needed a ride could post where they needed to go. Since so many of us are going so many places in so many cars there would be an abundance of matches. So I had that idea and I would talk about that idea and I would even consider making that idea. But I didn’t.

Somebody else did and they now have a brilliant start up called Zimride. I imagine that thousands of people had that idea but only a small percentage had the ability to make that idea real. To those folks go the rewards and to the folks like me who merely had the idea goes nada. I hope they have runaway success at Zimride.

We recently crowdsourced a logo design for Brammo. They are a brilliant bunch of folks making electric motorcycles. We received over seven hundred submissions which I think blew everybody’s mind involved. But when I think about myself as a young designer who had to make up fake projects to work on anything remotely as cool as motorcycle company logo it makes sense. The idea that I could have access and an even playing field -- plus I could make 950 dollars more than the lady who designed the Nike logo -- would have had me designing in my sleep.

Some designers are obviously frightened by the current spectacle that is crowdsourcing, but as an optimist I think it will work out. I see several possible scenarios. The first is that this young micro-economy that is crowdsourcing evolves in the same way the off-line economy evolved. The designers with the most success begin to create tiers and depe nding on which tier the customers engage, the prices and fee structure changes with the level of quality. My guess is this will happen and different communities will develop different rules. Another and more radical change would be if the model followed more of what happened in Hollywood with scriptwriters.

In the 1930s and 40s there were huge buildings at the studios that housed all of the writers and those writers worked on salary to bang out all the movies. They made a salary, but it wasn’t very high and it wasn’t connected to the success of the film. Today most scripts are written on spec and then sold. A powerful writers guild protects the writers interest and insures that they get a piece of the back end. If the movie strikes gold the writer gets rich. A strong guild could transform design as well. Today, an illustrator who designs a cover for Time ma gazine is more or less happy with the fee. But if that cover design helps propel the highest newsstand sales of the year they don’t see any of that. We don’t feel bad about that but maybe we should.

What if the woman who designed the Nike logo had been in a union that insured that instead of a fee of fifty bucks, she received a royalty of a penny a shoe? I’m not great at math but I think that works out to about 20 million dollars in the last ten years alone.

Seems like we tend to be nostalgic about the past and fearful of the future. But each time the future actually arrives and becomes the present we feel like it’s just the way things should be.

Let the debate begin.

3 de setembro de 2009

Sim, estamos no Rio!

Sim, sim, estamos no Rio de Janeiro. A equipe está chegando, a reforma está acabando, os clientes estão entrando.

Happy, happy, joy, joy!
=D

Abaixo, fotos da agência e do pessoal.

Natália Gruber (Planejamento da agência de Brasília) de costas, Daniel Freitas (diretor de arte da agência do Rio) e nossa parede vermelha.

Nossa sala de reuniões vista de fora. Uuuuu...

Meu bigode.

Vitor Vasconcelos (Diretor de Atendimento de Brasília, concentrado, trabalhando seriamente).


Odete Machado (Diretora de Atendimento do Rio de Janeiro), após uma tentativa frustrada de posar pra foto.

29 de agosto de 2009

Saul Bass e Locke (Lost)

Nos meus tempos de designer amador (agora sou um redator mediano - humildade, minha gente - e me contento com isso), eu cheguei a fazer uns cartazes com estilo do Saul Bass. Sem orçamento pra fotos ou habilidade para ilustrações minimamente decentes, era mais fácil trabalhar com vetores.

Mas pra não avacalhar totalmente, é sempre bom encontrar referências de pessoas que já refletiram o bastante para te impedir de fazer besteira. Saul Bass é uma ótima referência de design autoral, divertido e, na sua época, inovador. Aqui vai um exemplo.

Então, onde quero chegar? Estava pelo twitter (o meu é esse: @hojeeuvi) e @odeio twittou uma imagem ótima que faz referência a um persongem de Lost. Quem conhece vai entender.
=)

25 de agosto de 2009

Layouts de citações

Achei um Flickr com citações curiosas em layouts muito simples e bem feitos.



Vale a pena dar uma passada .

19 de agosto de 2009

Inspiração na internet

Eu sei que às vezes posso encher o saco falando tanto nisso, mas um dos assuntos que mais me chamam a atenção é a inspiração. Principalmente, pelo efeito que ela tem sobre mim. Quando enxergo algo inspirador, sinto-me incentivado a ser alguém melhor, além, é claro, de me sentir bem pelo prazer de presenciar algo que muda a minha vida positivamente.

Pode ser um filme bacana, uma linda música ou uma partida de tênis bem jogada. Tanto faz, contanto que acrescente algo a minha vida. A internet tem sido pródiga em oferecer informação para esse tipo de experiências. Ainda mais com essa última novidade:

O Spezify é uma ferramenta de inspiração na internet. Vai além da ferramenta de busca e procura referências em diversas partes da internet. Funciona direitinho. Vale a pena dar uma passada lá quando estiver sem idéias ou a procura de algo novo.

18 de agosto de 2009

Quem matou Manu?

Pois é.Eu podia esta matando, roubando, nadando, boiando... mas não!Eu estou aqui, pedindo seu poderoso voto!

Alem de fazer ilustrações e frustrações em Post-It, eu tive ( tenho, voltei, voltamos ) uma bandinha de Rock(pop) e estamos participando do concurso Escucha Universia que vai contemplar os vencedores com premios e um Show com varias bandas locais na Esplanada Sabe Deus quando...

É só clicar e votar nas estrelinhas:

http://escucha.universia.com.br/concurso/escucha-maqueta/sempre

Aplaços!


ps: Sim! Eu sou o loser, digo, Baixista.

17 de agosto de 2009

Histórias

"Uma boa história prende a gente do início ao fim." Essa é uma das mais faladas frases que definem a qualidade de uma história.

Não gosto muito dessa definição, mas ela se aplica bem ao senso comum, o que, de alguma forma torta, passa bem a mensagem. Ou seja, quando alguém fala essa expressão, quem ouve sabe bem do que o cidadão está falando.

Eu acho que há muitos tipos de boas histórias, inclusive aquelas que não prendem a atenção do início ao fim. De qualquer forma, aqui vai uma boa história, independentemente da definição.

10 de agosto de 2009

Art & Copy

"Art & Copy", dirigido por Doug Pray, é um filme que fala sobre publicidade e inspiração. Ele entrevistou alguns grandes criativos norte-americanos, responsáveis por trabalhos como: "Just Do It", "I Love NY", "Got Milk", "Think Different", para falarem sobre criatividade e o impacto da propaganda na nossa cultura.
Infelizmente, não há previsão para a estreia no Brasil.
Esperando...

9 de agosto de 2009

Vocês, os Vivos

Esse fim de semana eu assisti a um filme muito curioso. Chama-se "Vocês, os Vivos" (Du Levande). O nome do diretor é Roy Andersson e a produção é conjunta dos seguintes países Suécia/França/Alemanha/Dinamarca/Noruega. É um filme de 2007, mas só chegou a Porto Alegre esse ano.

O filme é todo formado por quadros (esquetes) com câmera parada. Lembro de apenas um movimento de câmera, em um dos quadros.

Achei a estética muito interessante. Os diretores de arte podem gostar. Acho que é uma ótima referência, inusitada e enriquecedora. Abaixo, um dos quadros, em que uma das personagens conta seu sonho, que é encenado logo a seguir.

6 de agosto de 2009

Arquitetura, inovação, claustrofobia e destruição


Esse prédio aí em cima, o Nakagin Capsule Tower, foi terminado na década de 70, em Tóquio. Vai ser destruído daqui a pouco (caso as "ameaças" se confirmem) e o pessoal da arquitetura está chiando. Seu criador, Kisho Kurokawa, explica no vídeo lá embaixo no que pensou para criar um edifício tão incomum. Reciclagem, sustentabilidade e durabilidade. Tá tudo lá.



Eu fiquei muito impressionado com o projeto. No entanto, não sei se sinto que a demolição do prédio é uma perda irreparável. Não dá pra colocar num museu, o pessoal que gerencia a empresa mantenedora do prédio quer derrubar. É a vida. Só que o arquiteto japona camarada criou um estrutura difícil (e custosa financeiramente) de derrubar. No fim, a grana é que vai decidir.




Agora, confesso que não sei se conseguiria morar dentro de um desses...



Via Color Me In

5 de agosto de 2009

De onde vêm as idéias?


No décimo sexto episódio (no wikipedia americano diz-se que é o décimo oitavo) da sétima temporada de Os Simpsons, O Dia em que a Violência Morreu, o mendigo ao lado - Chester J. Lampwick - processa os produtores do desenho Comichão & Coçadinha.

Ele alega que muito tempo atrás, criou os personagens que fazem tanto sucesso, sem que ele, criador possa colher os frutos gloriosos de sua grande idéia. Roger Meyers Jr. (foto abaixo), responsável pela empresa que produz o desenho, ao ser encostado na parede e já sem provas, desiste de lutar e pergunta ao juiz, já sem forças:

- Se nós não copiarmos as idéias de onde elas virão?

Essa pergunta pode parecer boba, mas tem lá sua razão de existir. De onde tirar idéias (e principalmente, boas idéias) é uma das questões mais básicas para o crescimento de uma empresa. Provavelmente, não existe e nunca existirá uma fórmula para conseguir tal feito.

Mas eu acredito que ao menos um cenário propício ao surgimento dessas idéias possa ser construído. É algo que toda a empresa precisa entender e alimentar constantemente. Uma cultura empresarial saudável rende naturalmente um ambiente aberto a novas e empolgantes idéias. De que cultura estou falando? De qualquer uma que preze pelo desenvolvimento da empresa de maneira inteligente. Consigo pensar na que estamos desenvolvendo na Plá, mas existem infinitas outras formas de fazê-lo.

Idéias existem em todo canto, mas precisam de espaço. Tem até um tumblr que trata só de idéias que os donos do site resolveram ter e "dão" de graça pra quem quiser. Tem coisas bem legais lá - do tipo que a gente pensa quando está assistindo a um filme ou no trânsito, mas não tem como anotar. Vale a pena dar uma passada lá.

31 de julho de 2009

Novo VT da Pepe

Para não dizerem que nunca passei por essas veredas, taí um clipe da música "On the Motorway" do Metronomy que achei simples e bem interessante. É um vídeo não oficial. Tudo feito por fãs. Mas bem que podia ser o novo VT da Pepe, diz aí. Mais uma prova de que com pouca grana, mas muita criatividade é possível fazer coisas bacanas.

Music Painting by JUL & MAT from JUL & MAT on Vimeo.

30 de julho de 2009

Referência môr.







Vale a pena passar uns 10 minutos olhando os portfólios de gente do mundo inteiro nesse site.
Tem de tudo até design de jóias a Spots.


Não só isso mas da para publicar seu portfólio, fazer contatos e encontrar vagas foras do Brasil.

29 de julho de 2009

Laerte



O Laerte é um cara especial. Ler suas tirinhas é poder aproveitar uma perspectiva diferente de vida, mas que, curiosamente, é muito familiar. Eu acho muito curioso como isso acontece, pelo menos comigo.

É de uma familiaridade estranha, mas de uma novidade reveladora. Enquanto leio, não consigo deixar de pensar que já havia me questinado sobre alguns de seus temas. Mas nunca tinha pensado sob aquela perspectiva.



Ter contato com quem pensa na vida costuma ser bem divertido. Principalmente, quando o que a pessoa pensa é diferente do que você pensa.

Mais dele aqui.

Mudanças e bigodes




Oi, meu nome é Rodrigo Borges e eu tenho um bigode.

Essas informações são bem banais para quem não me conhece e, provavelmente, 4/5 das pessoas que leriam esse post já foram embora. Mas vou compensar para os 1/5 que ficaram.

O bigode é um assunto controverso. Primeiro, esteticamente. Teve seu passado glorioso. Obscureceu-se em personagens caricatos de filmes, seriados americanos e produções pornográficas. Mas parece que agora está voltando à moda.

Segundo, concentualmente. Meu irmão odeia bigodes. Ele acredita que é algo que deixa o homem mais ridículo. De alguma forma, concordo, é preciso ter um pouco de senso de humor para ter um bigode. Digo isso com certa propriedade.



Você pode estar se questionando sobre o porquê deste maluco (eu) falar do próprio bigode. Faz sentido. É simples: eu gosto de mudar. Fazia anos que eu estava de barba. E antes desses anos, fazia anos que eu raspava a barba semanalmente.

Quando eu mudei da primeira vez, um monte de gente reagiu. Antes de ficar chateado, comecei a pensar nas razões de cada um. E, por mais que as abordagens fossem diferentes, os argumentos se pareciam: "antes era melhor". Isso foi muito representativo pra mim e me mostrou claramente o receio que as pessoas têm da mudança. Conforto - como eu já tinha falado no post anterior - parece ser o mote da humanidade, quando, na verdade, a mudança que é.

Entretanto, nós costumamos enxergar a mudança com olhos confortáveis. Não é a toa que todo mundo se acostumou com minha barba uns 2 meses depois de eu ter mudado. Por isso, eu sugiro que, se você achar que precisa, mude. As pessoas vão se acostumar naturalmente às suas mudanças. Porque é isso que a gente faz pra viver: a gente se acostuma.

Em relação ao meu bigode, bem, vamos ver quanto tempo ele dura. Tenho diversos incentivos (e questionamentos) pela frente. Mas, pelo menos, mudar tem sido uma sensação ótima.

28 de julho de 2009

Conforto, travesseiros e loucura




Começo esse post com o travesseiro mais genial de todos os tempos. Mas a loucura de que prometi falar no título não se refere a ele.

Refere-se sim a um hábito que vem se tornando costume lá longe, no Japão. Tem gente se apaixonando por almofadas por lá. Pois é, muito estranho, mas é só ler a matéria. A moda lá é andar com grandes travesseiros pra lá e pra cá. E não precisa ser um legal (ou "japoneses") como esses aqui:



A história do japonês parece refletir a forma como o povo do país tem (ou não tem) se relacionado. Homens de um lado, mulheres de outro. Parecem crianças pra mim, na pior acepção do termo. A busca por conforto é um ponto a ser destacado também. Mas acho que viver tem muito dessa busca, portanto, não poderia ser diferente.

E essa procura por conforto acaba tornando a vida das pessoas bastante frágil. Ninguém quer sofrer em busca de algo melhor. Tá tudo bem com o que se tem. Um pensamento que acredito se refletir muito na repressão e na falta de liberdade, que a cultura japonesa (mas não só ela) costuma cultivar.

É um assunto muito delicado, mas que vale a pena ser debatido. Educação se confunde muitas vezes com repressão. E todo mundo sai perdendo. A maneira como orientamos as vidas dos outros, tornando-as muitas vezes desconfortáveis, acaba nos distanciando.

Um travesseiro não ri de você, não espera nada em troca. E pode até não te abraçar, mas não recusa um abraço. É possível competir com um pedaço inanimado recheado de fofura?

27 de julho de 2009

idea fixa Greatest Hits

11 Edições em um livro: Idea fixa greatest hits. E eu estou nele com estes dois desenhos ai.
Lançamento em Brasília previsto para o mês de agosto.


Outras edições que participo em:
http://www.ideafixa.com/

Plá! flickr

25 de julho de 2009

24 de julho de 2009

Guernica 3D

Muito bom.



Via @marcelloserpa.

Literalmente

O conceito que "literalmente" alia a uma situação ou frase já foi tão banalizado que acabou virando metáfora sobre a metáfora.

Quem nunca ouviu algo parecido como: "a casa virou de cabeça pra baixo, literalmente", sem nenhum furacão de verdade ter passado perto dela e a residência constinuar ali de pé?

Literalmente costumava retirar o caráter metafórico de uma expressão. Sendo assim, no caso anterior, a casa estaria de verdade, realmente, de cabeça pra baixo.

Jornalistas são especialista nisso. Principalmente, quando estão "insitucionalmente descontraídos". Se você já assistiu ao Jornal Hoje, sabe o que quero dizer.

Mas tem um pessoal que resolveu levar o "literalmente" para clipes antigos de uma forma muito engraçada. Eles brincam com uma estética visual e conceitual que se iniciou nos anos 80, pegam clipes malucos ou muito representativos e mudam as letras das canções, narrando o que aparece na tela.

Esse costume não é muito novo, mas já que tem muita gente que pode não ter visto, vale a pena colocar aqui. Essa é Total Eclipse of the Heart, um clássico.

22 de julho de 2009

Trabalho nas férias

Pra quem tem vontade de estudar em uma das maiores e melhores escolas de marketing do Brasil, vale a dica de aproveitar os Cursos de Férias da ESPM de São Paulo. Além de ouvir grandes profissionais pode-se expandir o network e nas horas vagas curtir os agitos da cidade. São muitas opções, de níveis mais básicos até níveis mais avançados. Os cursos geralmente têm duração curta que varia de dois dias a uma semana ou um pouco mais. Acontecem sempre nos períodos das férias de inverno e também de verão. Posso falar por experiência própria que vale a pena. Fiz um curso de Atendimento Publicitário com o experiente professor Roberto Corrêa, vale também dar uma olhada em seus livros, como "O Atendimento na Agência de Comunicação" e "Planejamento de Propaganda" entre outros. A estrutura da escola é fantástica, as salas, o material disponibilizado e inclusive os lanches nos intervalos são uma delícia. Quem tiver férias vencidas e disposição, eu recomendo se programar para as férias de verão, pois essa temporada de cursos já esta chegando ao fim.

Acesse o site para mais informações: www.espm.br

21 de julho de 2009

Blu e Coldplay.

Apesar do final rolar 1 minuto mais q a música e de não ter áudio (?) , a Banda Coldplay também aposta na sequência de Stop Motion em plano aberto. Achei mais interessante que os copiados Her Morning Elegance do Oren Lavie e muito parecido com o stop motion de Graffit do BLU - que é mais bizarro.


COLDPLAY - Strawberry Swing



BLU - Graffiti Stop Motion

20 de julho de 2009

Uma loucurinha nunca é demais

Idéias

Uma grande idéia é difícil de encontrar. Senão, obviamente, não seria uma grande idéia. Faz parte da coisa toda uma certa dose de sofrimento, privações, sonhos ou sorte.

Digo isso porque acredito que o processo criativo realmente tem muito de inesperado. Um artista pode se deparar com um objeto de inspiração e criar sua obra-prima a partir dele. Por outro lado, poderia nunca encontrar tal objeto, o que acrescenta certa dose de sorte ao processo.

Genialidade, nesse sentido, não é uma questão pura e simples de capacidade de desenvolvimento pessoal. Acho que perceber isso torna a todos, gênios e todo o resto do mundo, muito mais humanos do que a gente pode parecer. E muito mais iguais.

Esse clipe me fez pensar nisso que acabei de escrever.

16 de julho de 2009

Stop Motion

Stop Motion é uma incrível técnica de animação em que os objetos são fotografados quadro a quadro em diferentes posições. Quando o filme é projetado a 24 quadros por segundo, dá a sensação que os objetos estão em movimento.
A técnica começou com o mágico ilusionista francês, George Mélies, que a utilizou para criar efeitos especiais em seus filmes, como em a "Viagem à Lua", 1902.
Até hoje, vários cineastas usam o Stop Motion, principalmente, em animações, como: "O Estranho Mundo de Jack" e "A Noiva Cadáver", de Tim Burton.
O vídeo abaixo mostra um belo exemplo do uso dessa técnica que torna possível executar inúmeras idéias criativas.


Propaganda Verde

O Black Pixel Project, lançado pelo Greenpeace, é uma tentativa de conscientizar as pessoas a economizarem energia apenas instalando um quadradro negro no monitor.
O vídeo abaixo explica como funciona isso.



15 de julho de 2009

Música

E se a gente se juntasse...

... pra fazer algo que ninguém espera que a gente faça?


Quem pensa assim costuma ganhar bastante com suas atitudes. Afinal, se a coisa der errado, não dá pra culpar ninguém. Mas, se der certo, as pessoas vão olhar os envolvidos com outros.

Um grupo de estudantes do Amsterdam Fashion Institute decidiu criar uma revista. O negócio deu certo e a publicação (Mint) já é vendida em diversos países. Tem a versão online também, mas que não vem completa. Fiquei com vontade em dar uma olhada na revista toda, parece ser muito legal mesmo.

Via B-Coolt.

Tempo, tempo, tempo, tempo...




Tem uma música do Caetano Veloso chamada "Oração ao Tempo". É bem bonita e até para quem não gosta do cantor baiano fica difícil admitir que não é. O título deste post sai do refrão dela.

Como pode-se perceber, vamos falar de tempo - pra mim, o bem mais valioso de qualquer ser humano. Muito mais que dinheiro, status, sucesso, um bom emprego ou uma namorada gostosa. Afinal de contas, de nada vale ter tudo isso se não se tem o tempo pra aproveitar.

Conheci hoje um projeto chamado 24Hour Magazine, em que os envolvidos (entre eles designers, fotógrafos e redatores) se dispuseram a trabalhar durante 24 horas no desenvolvimento de uma revista, do início ao fim, desde o design até o conteúdo.

Acho que para uma instalação artítisca o projeto tem o seu valor. Não consegui encontrar uma intenção por trás dele, devo admitir. Dei uma olhada no site e acho que tudo foi feito apenas por diversão. Só que não consigo parar de pensar que tem gente que vive esse ritmo do projeto acima diariamente. Seja por desorganização, paixão exagerada pelo trabalho, loucura ou seja lá o que for, nós nos acostumamos demais a sofrer elo trabalho. Não acho que isso seja necessário. Profissionalismo e produtividade não se mede apenas por horas trabalhadas.

Procuro sempre referências legais para mostrar que podemos lidar melhor com o tempo. Hoje achei uma proposta de um designer chamado Myznik Egor. Ele tem um projeto chamado Soft Clock (foto do início do post), que se posiciona como um defensor da admiração do tempo a cada minuto. Pela foto talvez não dê pra entender de cara, mas aquele quadrado é um relógio cujo detalhe branco é um ponteiro abaixo de um tecido. No link, há uma explicação ilustrada.

Não gosto da expessão "tempo é dinheiro". Na verdade, ele vale muito mais que isso.

Peixes vivos em mobiliário urbano



Em Franfurt, na Alemanha, a agência Publicis colocou peixes vivos nas mídias de pontos de ônibus para anunciar o restaurante de frutos do mar, Fisch Franke.
O resultado ficou muito interessante e vocês podem conferir melhor no vídeo abaixo.

14 de julho de 2009

Impressões sobre o novo logo do Pão de Açúcar




Se design é um tema controverso em que todo mundo pode dar sua opinião, design de marca vai ainda mais longe. O Pão de Açúcar mudou seu logo e o pessoal já se manifesta sobre "gostei" ou "não gostei".

Na verdade, para analisar uma marca (e, mais importante, fazer uma), deve-se levar em conta uma série de fatores. Muitos dos quais não são considerados quando nos pedem uma opinião simples sobre determinada marca. Aí, a gente acaba ficando com uma impressão inicial, fruto de simples preconceito e impressão despreocupada.

No blog Comunicadores, tem várias opiniões. As análises me lembram um programa de TV muito engraçado que é transmitido no Brasil pelo canal People + Arts. É o Project Runway (site oficial), em que diversos estilistas competem pelo prêmio final, passando por diversas provas que testam suas habilidades e controle emocional. É curioso perceber a forma como eles falam dos trabalhos dos outros estilistas, como se tudo que é feito fosse ruim e apenas seus próprios produtos fossem realmente bons.

Acho que essas análises têm sempre muito de afetação e uma certa dose de arrogância. Algo do tipo (como consta em um dos comentários):

Ficou bonito, somente!
Estará defasada visualmente daqui uns 3 anos
Dos muitos comentários negativos, o pessoal atacou muito o tipo utilizado no nome da marca. A FutureBrand, responsável pelo trabalho, ainda vai ouvir muito por aí.

Liniers Macanudo


Liniers é um argentino formado em publicidade, mas ele não faz anúncios. Escreve e desenha quadrinhos.

É um cara muito criativo e possui tirinhas memoráveis. Às vezes lembra o Quino, não pelos temas necessariamente, mas pela genialidade.


Vale a pena seguir seu blog. Uma tirinha por dia, inspiração de sobra.

Boone Oakley

Muito se fala sobre a criatividade das agências de publicidade. Na verdade, muitas vezes, fala-se só nisso. Mas, no fim das contas, acaba sendo tudo igual, apenas um pouquinho diferente.

Mas eu achei uma agência que, no mínimo, parece ser divertida. É a Boone Oakley. O site deles é um canal no Youtube. Mas não é apenas isso que chama atenção. O clima interno da agência parece ser bem legal. Pelo menos o vídeo de introdução deixa essa impressão. E o trabalho deles me pareceu bem original. Abaixo, tem um vídeo da campanha do One Show 2009. Claramente uma referência às animações do Monty Python's Flying Circus. (Obs.: o vídeo da campanha está cortado. Pra ver ele completo, clique na janela do youtube ou aqui.)

13 de julho de 2009

Dia Mundial da Débora




Felicidades para Débora que vai ficar bem feliz com o seu novo wallpaper.

Dia do Rock.




No dia de aniversários, Rock Balboa, Silvestre Stallone COBRA (que é a mesma coisa) p/ finalizar (e rimar) feliz dia do Rock.